“Mal-humorada. Cara fechada. Pavio curto. Medo de amar. Medo do futuro. Apaixonada por quem não devia. Assim sou eu.
—
Caio Augusto Leite. (via
tekpix)
“Se colhemos o que plantamos…
Por que colhi dor, se plantei amor?
— Aluga-se Felicidade (via
tekpix)
“Esta chovendo, chuva forte, chuva grossa e fria que chega a ser temporal, ventania que causa estragos, estragos fortes e devastadores. O tempo? Está bom, sol forte e quente la fora, a chuva é aqui dentro, os estragos foram causados aqui dentro…Por você, você sabe. Finge que não sabe, mas sabe. Me magoou, fez sofrer mas não vê, ou finge que não vê. Finge que não aconteceu que não fez diferença; pois você não se importa, nunca se importou de verdade. Sempre teve esse jeito meio ”durão” meio frio, as vezes sentia alguma coisinha la no fundo, seria amor? Na verdade não sei, apenas sei que fazia você sorrir e me derreter toda me fazer sentir as famosas ”borboletas no estomago”…Você sentia? Só você sabe. Mas sempre notei, sempre com a sua ”outo-proteção”, com medo, medo da dor, do amor. Tolo, não sabia que o meu amor é o mais sincero possível, era amor daqueles simples, sem muita melação, sem apelidos ou qualquer outras coisas de casais normais; coisa que a gente não era nenhum pouco. Foi uma pena, sabe, isso de a gente não ter dado certo. Tudo isso que você me causou, foram devastadores demais para o meu coração. Dessa nossa batida só se restaram feridos.